22 de abril de 2012

16 de abril de 2012

PARABÉNS, PAPA BENTO XVI


Bento XVI presidiu hoje, dia 16 de abril, a uma missa no Vaticano em Ação de Graças celebração do seu 85º aniversário natalício, durante a qual disse confiar na “bondade de Deus” para enfrentar “todas as forças negativas”.
“Encontro-me perante a última etapa do percurso da minha vida e não sei o que me espera. Sei, contudo, que a luz de Deus existe, que Ele ressuscitou, que a sua luz é mais forte do que qualquer escuridão, que a bondade de Deus é mais forte do que todo o mal deste mundo”, afirmou durante a celebração.
Hoje o Papa também comemora seu aniversário de batismo. E no dia 19 de abril ele celebrará o sétimo aniversário de pontificado.
A missa aconteceu na Capela Paulina do Palácio Apostólico do Vaticano com a presença de membros do colégio cardinalício e um grupo de bispos da região da Bavária, terra natal do Papa.
Antes da celebração eucarística, o decano do colégio cardinalício, Cardeal Angelo Sodano, falou ao Santo Padre e agradeceu a Bento XVI por seu ‘sim’ à Igreja e a Deus e pela solicitude com a qual tem conduzido esse serviço de amor (o ministério petrino)
O Papa evocou os dois santos que a Igreja recorda neste dia – Bernardete Soubirous, a vidente de Lourdes, e Bento José Labbre. Ela, a vidente de Lourdes, ele, um santo do século XVIII conhecido como o “mendigo peregrino”, foram de inspiração em sua juventude.
“Hoje é o dia desta pequena Santa que sempre foi um modelo para mim, um modelo de como devemos ser. De fato, mesmo com todas as coisas que devemos saber e fazer, que são necessárias, não devemos perder o coração simples, o olhar simples de coração, capaz de ver o essencial”, afirmou.
Ao concluir, já em italiano, Bento XVI agradeceu a saudação amiga do cardeal Sodano, exprimindo um muito “obrigado a todos os colaboradores que nestes 30 anos de atividade em Roma – disse - me têm ajudado a levar o peso da minha responsabilidade”.
Fontes: Radio Vaticano, VIS e Canção Nova


9 de abril de 2012

DOMINGO DA RESSURREIÇÃO


O Domingo de Páscoa, é o ápice do ano litúrgico. É o aniversário do triunfo de Cristo. É a feliz conclusão do drama da Paixão e a alegria imensa depois da dor. E uma dor e alegria que se fundem pois se referem na história ao acontecimento mais importante da humanidade: a redenção e libertação do pecado da humanidade pelo Filho de Deus.
fonte do texto: ACI Digital

SÁBADO SANTO - Vigília Pascal


"Durante o Sábado santo a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua paixão e sua morte, sua descida à mansão dos mortos e esperando na oração e no jejum sua ressurreição (Circ 73). 
A Vigília Pascal, é uma Vigília em honra ao Senhor, segundo uma antiqüíssima tradição, (Ex. 12, 42), de maneira que os fiéis, seguindo a exortação do Evangelho (Lc. 12, 35 ss), tenham acesas as lâmpadas como os que aguardam a seu Senhor quando chega, para que, ao chegar, os encontre em vigília e os faça sentar em sua mesa. 
Fonte do Texto: ACI Digital

3 de abril de 2012

COSTUMES E TRADIÇÕES DA SEMANA SANTA EM MINAS GERAIS – Parte 1

A Música

Antigamente, os músicos guardavam seus instrumentos na quarta-feira de cinzas e só voltavam a tocar no domingo de páscoa. Isso não valia apenas na Igreja, era um costume de casa mesmo. Música era quase “proibida” durante a Quaresma e Semana Santa. Até enrolavam os instrumentos musicais e aparelhos de rádio num lençol, guardavam numa caixa e não deixavam ninguém mexer, nem tocar, nem ligar. A televisão não era popular, mas as casas que tinham, também não ligavam. Na Igreja era permitido somente o toque leve do órgão, os outros instrumentos não podiam ser executados e a quantidade de cantos também era reduzida. Tudo isso porque o povo acreditava que o tempo da quaresma é tempo de reflexão, penitência e respeito ao sofrimento de Cristo pela nossa salvação.
Quando chegava a Páscoa o motivo da alegria é tanta que, após a Missa Solene da Vigília Pascal, faziam ceia e festa em casa, juntando a família. Tiravam o pó dos instrumentos musicais e dos rádios e tocavam músicas alegres, comemorando a alegria Pascal. Nos dias de hoje não vemos mais este costume. Parece que todo dia é um dia normal e que o sofrimento de Cristo não tem importância na nossa vida. O que vemos e ouvimos são festas o tempo todo, carros de som e rádios tocando músicas que não tem sentido algum e conteúdo inadequado (muitas vezes até sem conteúdo, pois agora uma sílaba vira música e faz sucesso). O respeito acabou com o tempo, e este costume valioso dos nossos pais e avós até foram passados para novas gerações, mas esta geração não soube ouvir nem colocar em prática. Ainda é tempo de conversão! Ainda dá tempo de olhar para trás e resgatar gestos e valores simples que fazem nossa vida ganhar mais sentido, envolvida no mistério da vida do Cristo que morreu por nós.

(Willian O. Damasceno)